GP do Canadá de 1973


Nesta prova, após uma enorme confusão debaixo de chuva, Peter Revson foi declarado vencedor, embora Fittipaldi tivesse cortado a linha de meta em 1º.

Nota: em 1973 o GP do Canadá era a penúltima prova do calendário. Realizou-se em 23 de Setembro, em Mosport Park, e Stewart já era oficiosamente campeão desde o GP anterior (Itália).

O último GP da temporada foi o dos EUA em 7 de Outubro, prova em que François Cévert faleceu nos treinos. No GP da Holanda, realizado em 29 de julho, tinha morrido Roger Williamson, com 25 anos, num March 731 G.

A CORRIDA:

Ronnie Peterson era o pole position. Nos treinos de classificação, Niki Lauda atropelou uma raposa, seu carro decolou e, por sorte, o futuro tricampeão apenas machucou o pulso.

Antes da largada chovia muito, e uma densa neblina desceu sobre o circuito. A largada foi dada com uma hora de atraso e com pista molhada. Lauda liderava com Emerson Fittipaldi em segundo, mas após 20 voltas a pista começou a secar. Entre as voltas 20 e 24 todos, os carros pararam nos boxes para pôr pneus slick (de chuva), e sem computadores, ninguém sabia ao certo quem estava em qual posição. Dez voltas depois, Jody Scheckter colidiu com François Cevert (seria sua última corrida antes de sua morte em Watkins Glen, não sem antes tirar satisfações com o sul-africano naquele dia), e então entrou na pista o Safety Car.

A instrução era, como hoje, que o Safety Car entrasse na frente do líder da prova, só que no momento em que o carro de segurança entrou na pista, Jack Stewart, o líder, entrou nos boxes, e ao invés de liderar quem viesse em segundo, o Safety Car esperou por Stewart, deixando que vários outros carros passassem, até que o escocês saísse dos pits. A partir dali ninguém sabia mais quem era o líder. Em algumas interpretações do lap chart manual, o líder era Jackie Oliver, da Shadow (futuro dono da Arrows), ou Jean Pierre Beltoise, da March. Emerson vinha atrás dos dois e os ultrapassou, marcando a melhor volta da prova, e havia tanta certeza de que ele liderava que, ao receber a bandeirada no limite de 2 horas, Colin Chapman o saudou atirando seu boné ao alto, como fazia em todas as suas vitórias. Só que o diretor de prova não deu a bandeirada.

Um dos pilotos que o SC permitiu que o ultrapassassem enquanto esperava Stewart era Peter Revson, que vinha na volta do líder - e não uma volta atrás. Assim, ele ganhou uma volta em relação aos demais. 5 horas de protestos depois, Revson foi declarado o vencedor oficial.

Classificação Final

1 Peter Revson - McLaren-Ford
2 Emerson Fittipaldi - Lotus-Ford
3 Jackie Oliver - Shadow-Ford
4 Jean Pierre Beltoise - BRM
5 Jackie Stewart - Tyrrell-Ford
6 Howden Ganley - Iso Marlboro-Ford
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Ayrton Senna - o melhor piloto de todos os tempos

Nome: Ayrton Senna da Silva

Local e Data de Nascimento: São Paulo-SP – Brasil, em 21/03/1960

Local e Data da Morte: GP de San Marino (Ímola) – Itália, em 01/05/1994

Causa do acidente/morte: Ayrton Senna havia pedido aos mecânicos que aproximassem mais o volante de suas mãos e, para isso, foi feito um reparo (adaptação) na barra de direção de sua Willians. Durante o GP de Ímola a barra de direção (a adaptação feita) quebrou, o piloto perdeu o controle do carro a 300 km/h e se chocou com o muro na curva Tamburello. Ao bater, a barra de suspensão dianteira direita perfurou o capacete e o crânio do piloto, matando-o quase que instantaneamente (desde então, os capacetes dos pilotos de F1 são blindados, o que impede que qualquer peça ou detrito na pista possa causar algo semelhante ao que aconteceu com SENNA).

Ayrton SENNA da Silva foi, até hoje, o maior ídolo esportivo brasileiro. Começou sua carreira na F1 em 1984, correndo pela equipe Toleman, onde ganhou destaque no GP de Mônaco. Chovia torrencialmente naquele GP e SENNA chamou a atenção pela brilhante corrida que fazia. No ano seguinte transferiu-se para a Lotus, conquistando sua primeira vitória no GP de Estoril, em Portugal.

No ano de 1988, SENNA passa a ser piloto da McLaren, onde conquista seu primeiro título mundial de pilotos, vencendo oito corridas na temporada. Conquistou ainda os títulos de 1990 e 1991, tornando-se tricampeão mundial. Teve como maior rival, dentro e fora das pistas, o francês Alain Prost, seu companheiro de equipe em 88. O próprio SENNA considerava o francês um dos melhores pilotos de todos os tempos na F1. O maior amigo que SENNA teve na F1 foi o austríaco Gerhard Berger, companheiro de equipe na McLaren entre 1990 e 1992. Quando SENNA conquistou o bicampeonato no GP do Japão de 1989, na última volta da prova, ele estava em primeiro lugar e Berger em 2º. Nas últimas curvas, SENNA permitiu que Berger o ultrapassasse, pois o 2º lugar também dava o título ao brasileiro. Como Berger não havia conquistado nenhuma vitória na temporada, SENNA “presenteou” o companheiro com o primeiro lugar.

Em 1994, SENNA realizou um sonho: pilotar uma Willians. Mas a Willians de 1994 não era tão boa quanto a dos anos anteriores (1992 e 1993), em virtude das modificações na aero-dinâmica do carro e a proibição da suspensão ativa pela FIA. SENNA criticou o novo carro e chegou a dizer que “o carro não foi com a cara dele“. SENNA sempre foi muito querido e uma pessoa extremamente carismática, coisa que Michael Schumacher não conseguiu ser ao longo de sua carreira. Muito ligado à família, foi exemplo para a juventude brasileira. Ajudou muitas instituições de caridade, comprou equipamentos para hospitais, pagou diversas cirurgias e em troca pediu apenas uma coisa: o silêncio e o anonimato. Por isso, somente após a sua morte, todas essas benfeitorias foram divulgadas.

SENNA também foi muito reservado quanto a sua vida pessoal. Não gostava de falar de namoros e romances. Apesar de ser discreto, duas namoradas de Senna ficaram bem conhecidas pelo público. Com a apresentadora Xuxa, o relacionamento durou um ano e seis meses. A última namorada do piloto foi a modelo Adriane Galisteu, com quem a família de Senna não tem um relacionamento amistoso até hoje. Ainda assim, Galisteu escreveu um livro – “O Caminho das Borboletas” -, no qual narra os momentos que viveu ao lado do tricampeão.

A irmã Viviane Senna dirige o Instituto Ayrton Senna, que ajuda diversas crianças e adolescentes, por meio do esporte e educação, em quase todos os Estados do Brasil.

Alguns números da vitoriosa carreira de Ayrton SENNA:

Títulos na Fórmula 1: 3, em 1988, 1990, 1991 (todos com McLaren-Honda)

Vitórias: 41

Pole positions: 65

Pontos: 614

GPs disputados: 161

GPs finalizados: 105

Pódios: 80

Voltas na liderança: 2.987

Quilômetros na liderança: 13.676

Total de voltas percorridas: 8.219

Total de quilômetros percorridos: 37.934

Largadas na primeira fila: 87

Vitórias com pole positions: 29

Vitórias de ponta a ponta: 19

Voltas mais rápidas: 19

Máximo de poles conseguidas em uma só temporada: 13 (em 1988 e 1989)

Pole positions consecutivas: 8, nos seguintes GPs: Espanha, Austrália, Brasil, San Marino, Mônaco, México e EUA (1988) e Brasil (1989).

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Hamilton, e o perigo de mais uma 'era' monótona

Depois de atravessar a ‘era’ de um só piloto/equipe ( Michael Schumacher/Ferrari ), que de tanta superioridade sobre os demais, provocou uma triste e perigosa monotonia na categoria. Porém com o fim da era Schumy a F1 havia recuperado todo o seu ‘glamour’ e tradição, voltando a ser a melhor categoria do automobilismo mundial.

Realmente, nesses últimos anos, desde 2005, estamos vivendo uma verdadeira lua-de-mel com a ‘nova’ F1, pois a competitividade, as disputas e, principalmente, a briga pelo título retornou com força total, até parece que os anos de ouro haviam voltado. E o ápice foram esses dois últimos anos, com o surgimento de novos valores, disputas incríveis e o título sendo decidido na última corrida. Nossa quanta adrenalina.... que diferença daqueles ‘chatos’ passeios de Schumy e sua imbatível Ferrari.

Porém, como diz o ditado que: “Tudo que é bom dura pouco” . Parece que nós, torcedores e apaixonados, estamos prestes a mergulhar em uma nova era, a ‘era Hamilton/McLaren’. E o que é pior: o inglês está chegando a essa condição bem mais jovem do que quando Schumy chegou a mesma, ou seja, poderá ser uma ‘era’ bem mais duradoura do que a do alemão. Peço aos Deuses que nos poupem de mais essa ‘era’ monótona.

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GP Brasil 2009: ingressos estão quase esgotados

Para facilitar o pagamento de ingressos no cartão de crédito através de parcelamento, a venda pela internet teve início em dezembro do ano passado.  Como conseqüência, as vagas em alguns setores já estão completamente preenchidas. Dos oito setores disponíveis, apenas três ainda têm ingressos à venda.

Contudo, quem ainda estiver interessado em adquirir ingressos para os setores esgotados pode contactar agências de viagens que possuem reservas particulares. Cambistas surgem como opção menos acessível financeiramente.

Os pacotes comercializados pelos órgãos responsáveis incluem duas opções: válidos apenas para sábado e domingo (classificação e corrida) e válidos para sexta, sábado e domingo (treinos livres, classificação e corrida).

A 38ª edição do GP Brasil acontece no autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 16, 17 e 18 de outubro de 2009.

Veja abaixo preços oficiais do GP Brasil 2009:
A 
- R$ 550 (Sexta, sábado e domingo);  R$  526 (Sábado e domingo) - ESGOTADO
B* - R$ 1.458 (Sexta, sábado e domingo); R$ 1.368 (Sábado e domingo) - ESGOTADO
M* - R$ 1.150 (Sexta, sábado e domingo);  R$ 1.060 (Sábado e domingo) - ESGOTADO
D* - R$ 1.900 (Sexta, sábado e domingo); R$ 1.790 (Sábado e domingo) - ESGOTADO
E** - R$ 2.220 (Sexta, sábado e domingo); R$ 2.120 (Sábado e domingo)
F* - R$ 1.100    (Sexta, sábado e domingo); R$ 994 (Sábado e domingo)
G  - R$   410    (Sexta, sábado e domingo); R$ 356 (Sábado e domingo) - ESGOTADO
V**  - R$ 1.656 (Sexta, sábado e domingo); R$ 1.440 (Sábado e domingo)

*Arquibancada coberta/**Alimentação inclusa

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Frases de Ayrton Senna

"Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo." 

"Correr, competir, eu levo isso no meu sangue. É parte de mim. É parte de minha vida." 

"Meus ídolos como pilotos sempre foram Niki Lauda e Gilles Villeneuve. O primeiro pela frieza e Villeneuve pela agressividade." 

"O kart me deu muitos momentos de prazer e excelentes recordações. Nunca uma pilotagem foi tão divertida e ali aprendi muita coisa. Muitas coisas que uso na F1 são provenientes do aprendizado nos karts." 

"Na última volta desapertei o cinto de segurança, tal era minha euforia de levantar e comemorar a primeira vitória na F1." (sobre a 1ª vitória, em Portugal, 1985) 

"Essa foi uma corrida que vai passar para a história." (sobre o GP do Japão em 1988, quando conquistou seu primeiro título) 

"A Fórmula 1 é um tempo perdido se não for para vencer." 

"Se cheguei aonde cheguei e consegui fazer tudo o que fiz, foi porque tive a oportunidade de crescer bem, num bom ambiente familiar, de viver bem, sem problemas econômicos e de ser orientado no caminho certo nos momentos decisivos de minha vida." 

"Lutei muito para sentar naquele carro, para estar ao lado de Frank Williams, mas estou sentido que vai dar trabalho. Ou eu não me adaptei ao carro, ou o carro não foi com a minha cara." (1994) 

"Quando Deus quer, não há quem não queira." 

"O medo faz parte da vida da gente. Algumas pessoas não sabem como enfrentá-lo. Outras, acho que estou entre elas, aprendem a conviver com ele e o encaram não de forma negativa, mas como um sentimento de auto preservação." 

"Meu sonho não tem fim, e eu tenho muita vida pela frente." (1991) 

"Convivo com o medo de morrer e ele me fascina." (1992) 

"Dinheiro é um negócio curioso. Quem não tem está louco para ter, e quem tem está cheio de problemas por causa dele." 

"O importante é ganhar. Tudo e sempre. Essa história que o importante é competir não passa de demagogia." 

"Vocês nunca conseguirão saber o que um piloto sente quando vence uma prova. O capacete oculta sentimentos incompreensíveis." 

"Uma maneira de preservar sua própria imagem é não deixar que o mundo invada sua casa. Foi um modo que encontrei de preservar ao máximo meus valores."

"Quando você não está feliz, é preciso ser forte para mudar, resistir à tentação do retorno. O fraco não vai a lugar algum." 

"No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz." 

"Ele (Deus) é o dono de tudo. Devo a Ele a oportunidade que tive de chegar aonde cheguei. Muitas pessoas têm essa capacidade, mas não têm a oportunidade. Ele a deu prá mim, não sei porquê. Só sei que não posso desperdiçá-la." 

"Brasileiro só aceita título se for de campeão. E eu sou brasileiro." 

"Quero fazer algo de especial. Todo ano alguém ganha o título. Eu quero ir além disso." 

"Se depender de mim, vocês, jornalista, irão esgotar os adjetivos do dicionário." 

"É irreal pensar que vou vencer sempre, mas sempre espero que a derrota não venha neste fim de semana." 

"Nunca levo em conta a possibilidade de um acidente, mas o medo é uma coisa constante no meu dia-a-dia." 

"Não tenho limites. Estou com 33 anos e acho que ainda tenho muito pela frente." 

"Nesses dez anos de Fórmula 1 minhas maiores alegrias vieram da torcida. Do Brasil." 

"Trabalhei muito para chegar ao sucesso, mas não conseguiria nada se Deus não ajudasse." 

"Primeiro, era chegar à F1. Depois, fazer uma pole, vencer uma corrida, ser campeão. Aos poucos, fui preenchendo todos esses sonhos." 

"Quero melhorar em tudo. Sempre." 

"Eu estava realmente procurando dirigir um Williams-Renault, pois considero essa equipe o início de uma nova vida no automobilismo para mim." 

"O fato de ser brasileiro só me enche de orgulho." 

"Hoje gosto muito mais de crianças do que gostava um ou dois anos atrás. É mais fácil se comunicar com uma criança. Basta trocar um olhar, um gesto, um sorriso." 

"Aquilo foi algo se sonho. A vitória veio com estilo e ainda valeu o campeonato." (sobre o GP do Japão em 1988) 

"Estou a mil por hora. Não vejo a hora de começar o campeonato do ano que vem." (outubro de 1993) 

"Eu quero viver um pouco mais, curtir um pouco mais a vida." 

"O acidente em Mônaco (1988) me levou para perto de Deus. Mudou muito minha mentalidade." 

"Tenho medo da morte e da dor, mas convivo bem com isso. O medo me fascina." 

"Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver que ultrapassar, vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem um limite. O meu é um pouco acima do dos outros." 

"No que acredito mesmo é em Deus." 

"O que sinto num carro a 300 km/h ? Emoção, prazer e desafio." 

"Canalizo todas as minhas energias para ser o melhor do mundo." 

"A Lotus me deu a primeira vitória na F 1. É uma equipe que permanecerá para sempre em meu coração." 

"Sou um jovem que sacrificou muito de sua própria existência para as corridas. Penso nesta profissão desde que eu era criança; dei tudo de mim e acho que a amo mais que qualquer outro. Por isso, até quando estiver correndo o farei somente para vencer. Só pararei no dia em que perceber ter andado um décimo mais lento do que poderia."

"Não tenho a recriminar-me por aquela ultrapassagem na chicane (GP do Japão 1989), foi Prost quem fechou. Era a única possibilidade que tinha para vencer."

"Podem ser encontrados aspectos positivos até nas situações negativas e é possível utilizar tudo isso como experiência para o futuro, seja como piloto, seja como homem."

"Dedico esta corrida a quem me fez perder o mundial de 89. As corridas são assim: às vezes acabam logo depois da largada, outras a seis voltas do fim."

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Download: FlatOut: Head On para baixar

Considerado um dos melhores jogos de corrida dos últimos 12 meses, “FlatOut: Head On” foi desenvolvido pela Bugbear Entertainment e lançado em abril de 2008. O jogo apresenta em relação à sua versão anterior, “FlatOut 2, novos modos de jogabilidade e gráficos diferenciados. Os carros são mais detalhados e os efeitos de luz e sombra apresentam uma tecnologia mais avançada.

Jogo de corrida Flat Out Head On, desenvolvido para PSP, disponível para download no link abaixo:

DOWNLOAD

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F1 wallpapers

O site Lance.net está disponibilizando uma boa variedade de papéis de parede com os carros de Fórmula 1 da temporada 2008.

Confira.
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F1 07/09/2008 GP da Bélgica

No próximo final de semana será realizado o Grande Prêmio da Bélgica, no consagrado circuito de Spa-Francorchamps. Esta será a 13ª prova da temporada, entre um total de 18. Devido aos trechos de alta velocidade, a McLaren é considerada favorita.

O circuito trás boas recordações ao torcedor brasileiro. Foi nesta pista que Ayrton Senna conquistou cinco vitórias (85, 88, 89, 90 e 91), além de um segundo lugar em 87.

Emoção do início ao fim, para quem pilota e para quem assiste. Em meio à chatice das corridas atuais, esta é uma das poucas provas que dá pra assistir sem bocejar.
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Os carros mais bonitos de todos os tempo

Por trás da parafernalha eletrônica em que consiste um carro de Fórmula 1 estão os aspectos estéticos. Eles são importantes, principalmente, para satisfazer aos interesses dos patrocinadores, cujas marcas ficam estampadas na lataria do veículo.

Nesse quesito, há quatro modelos que me permito destacar como os mais chamativos:

- Ferrari de Alain Prost (1991)
- Ferrari de Felipe Massa (2007)
- Lotus preta de Ayrton Senna (1986)
- Jaguar do Eddie Irvine (2000)

Ferrari Alain ProstO design da Ferrari de Alain Prost era muito diferente do modelo utilizado por Schumacher durante toda a sua careira (este, na minha opinião, um dos mais feios). O vermelho do carro era opaco e ao mesmo tempo reluzente. A tonalidade empregada no aerofólio dianteiro assemelhava-se à coloração típica de uma pintura feita com lápis de cor. Os inconvenientes detalhes brancos dos modelos atuais davam lugar a uma total predominância da cor vermelha. Letras negras contrastavam com o consagrado escudo amarelo, símbolo registrado da escuderia italiana.

A Lotus de Ayrton Senna era toda preta com detalhes dourados que exibiam o anúncio de uma famosa marca de cigarros no aerofólio traseiro.




O carro da extinta equipe Jaguar assemelhava-se a uma bala de hortelã. A cor verde tinha tudo a ver com o desempenho da escuderia, que sempre ocupava as últimas posições no grid de largada, mas nunca perdia as esperanças por resultados melhores.
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Donington Park 1993

O dia 11 de abril de 1993 vai ficar marcado na história da Fórmula 1. Nessa data, Ayrton Senna da Silva protagonizou o melhor grande prêmio de sua vida. Correndo na chuva, o piloto brasileiro deu um show diante da torcida britânica, no circuito de Donington Park.

Senna largou em quarto, atrás de Prost, Hill e Schumacher. Logo na largada, foi ultrapassado por Wendlinger, que ocupava a quinta posição, mas conseguiu se recuperar de maneira inacreditável. Ultrapassou um por um dos adversários que estavam à sua frente e, antes de completar a primeira volta, já estava na liderança. Entre os quatro pilotos que estavam à sua frente, três possuíam um equipamento melhor: Hill e Prost pilotavam as Williams, enquanto Schumacher guiava uma Benetton, mas Senna fez valer seu talento e, mesmo com um carro inferior, deixou para trás seus adversários.

A ultrapassagem sobre Karl Wendlinger merece ser destacada. Ele fez uma manobra pelo lado de fora de uma curva que não é considerada ponto de ultrapassagem, deixando Wendlinger a ver navios. Tal façanha foi comparada a outra ultrapassagem, que ele mesmo sofreu em Hungaroring (1986), quando foi superado pelo tricampeão Nelson Piquet.

No decorrer da prova, Senna permaneceu na liderança. O tempo traiçoeiro atormentava os estrategistas das equipes. As condições do tempo mudavam a cada momento, a chuva cessava e recomeçava sem aviso prévio. Diante dessa situação, os pilotos eram obrigados a parar nos boxes para trocar os peus biscoito por pneus de pista molhada. Alain Prost realizou 7 pit-stops durante todo o GP. Enquanto isso, Senna, com toda a sua experiência, resolveu arriscar, permaneceu na pista até o final, e não parou nos boxes nenhuma vez.

O tempo perdido na troca de pneus fez com que os adversários de Senna se distanciassem cada vez mais do piloto brasileiro. No final da prova, pasmem, Senna cruzou a linha de chegada com 83 segundos de vantagem sobre o segundo colocado, Damon Hill e ainda terminou a corrida com uma volta de diferença sobre o terceiro colocado, seu eterno rival Alain Prost. Também poderia ter ultrapassado Hill, se quisesse, mas não o fez para impedir que o rival Prost alcançasse o inglês, já que um retardatário não pode ultrapassar o líder da prova.

O vídeo a seguir exibe a fantástica primeira volta daquele memorável grande prêmio:

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